
Mercado Municipal — Foto: Jefferson Pancieri / SPTuris
A partir do processo de reformas dos anos 1990, a economia brasileira, em geral, e a economia paulistana, em particular, embarcaram em intenso processo de reestruturação produtiva. A indústria que emerge desse processo e a sua parcela que fica em São Paulo é uma indústria mais produtiva e mais intensiva em conhecimento, tecnologia e inovação, e que depende de fatores de aglomeração modernos relacionados, por exemplo, à oferta de serviços especializados e à oferta de mão de obra diversificada e qualificada. Ao mesmo tempo, São Paulo viu emergir um complexo setor de serviços, que ganhou dinâmica própria na medida em que foi inserido na dinâmica de mercado e esse mercado se expandiu a partir da maior internacionalização da economia brasileira e da incorporação das novas tecnologias da informação e comunicação.
Dado as mudanças recentes na economia da cidade, a visão de futuro perseguida pelo Plano ambiciona que a economia paulistana se caracterizará, em 2040, por dispor de uma estrutura produtiva intensiva em baixo carbono, diversificada, rica em oportunidades às empresas e trabalhadores e que se reverta em melhores condições de vida para seus habitantes. Desenvolvida a partir de uma forte infraestrutura de conhecimento, intensiva em criatividade, tecnologia e inovação, o seu núcleo dinâmico se baseará nas interações entre atividades econômicas integradas, diversificadas, sofisticadas e complexas, sejam elas de serviços ou industriais. Isso permitirá que a cidade reforce seus papeis de polo produtor de bens e serviços sofisticados, de centro de comando da economia nacional e de centro de articulação de espaços regionais e nacionais com os mercados externos.
Coordenado pelo Professor Reinaldo Guerreiro (FEA-USP), conta com a colaboração do Professor Heleno Martins Pioner (FEA-USP).
Conheça os outros Eixos Estratégicos:




